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O jogo do Estado brasileiro. Sem tomar partido.
Um card game estratégico em que as regras do jogo são as regras do Estado — normas, instituições, orçamento e contrapesos viram mecânica. Pode simplificar; nunca mente sobre como o poder funciona.
O tema não está em cima das regras. Está dentro delas.
Na maioria dos jogos, o tema é enfeite — a "bola de fogo" poderia ser qualquer coisa. Aqui não: a mecânica só faz sentido porque modela o Estado real. Você maneja recursos, produz normas, instala políticas, aciona o Judiciário e mobiliza a sociedade — e paga o preço de cada escolha. Tirar o tema quebraria o jogo.
Sobre como o poder funciona — não sobre quem está no poder.
Aqui não há mocinhos nem vilões partidários. As instituições aparecem por sua função no sistema, não por quem as ocupa. O jogo mostra como o poder se divide, se disputa e se freia — quando o sistema funciona e quando falha — e não endossa nem ataca nenhum partido, governo ou ideologia. As conclusões são suas.
- Ordem
- Direitos
- Povo
- Gestão
- Autonomia
Cinco Orientações movem o tabuleiro: Ordem, Direitos, Povo, Gestão e Autonomia. Nenhuma é heroína; nenhuma é vilã. Cada uma tem uma força que só ela faz — e uma sombra que só ela paga.
Afiado o bastante para um clube de card game. Fiel o bastante para uma sala de aula.
- Cada carta tem lastro real — na Constituição, na lei, na doutrina. Nada aqui é inventado.
- Recursos que se disputam, contrapesos que se freiam, mais de um caminho para vencer: é estratégia, não sorte.
Partidas para dois jogadores: de um modo curto, de sala de aula, à partida completa de cerca de uma hora. Um universo de cartas em construção, começando por um primeiro set de lançamento.
Feito para mais de um tipo de mesa.
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Para quem joga
Decisões difíceis de verdade, profundidade estratégica para explorar e um tema raríssimo num card game.
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Para quem coleciona
Arte original brasileira e um formato sem rotação: sua coleção não fica obsoleta.
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Para quem ensina e estuda
Fiel o bastante para aguentar o olhar de quem conhece o assunto — de professores a estudantes de Direito e de Ciência Política.
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Para quem só quer entender
Divirta-se e, de quebra, finalmente entenda essas engrenagens de instituições e leis que movem o país — e que todo mundo comenta sem explicar. Sem se sentir por fora.
Um Brasil na gramática — sem conjuntura datada.
Cartas do jogo, em desenvolvimento. Figuras sem rosto: evocam funções, não pessoas.
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