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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Estado de Coisas tem viés político? Torce por algum lado?

Não. Como diz o aviso de neutralidade do jogo: “As instituições, normas e processos representados neste jogo são abstrações de funções sistêmicas, não retratos de gestões, dirigentes ou pessoas; órgãos aparecem por sua função sistêmica. O jogo busca representar o sistema com honestidade e pluralidade, sem endossar ou atacar qualquer corrente política.” Não torce por lado nenhum. Entende e explica todos eles.

Isto é aconselhamento jurídico? Serve para estudar para concurso ou casos reais?

Não. Estado de Coisas ensina intuições sobre como o Estado funciona. Não constitui orientação ou aconselhamento jurídico e não substitui o estudo formal nem a consulta a um profissional do Direito. O aviso completo de não-aconselhamento está no rodapé do site.

Preciso saber Direito para jogar?

Não. Quem gosta de jogos de cartas pega o jogo sabendo zero de Direito e joga pela diversão. E, de quebra, você finalmente entende as engrenagens de instituições e leis que todo mundo comenta sem explicar, sem se sentir por fora.

Por que a comparação com Magic: The Gathering?

Porque é a ponte mais rápida para quem já joga: pegue a profundidade de um grande jogo de cartas e ponha no lugar da fantasia o Estado brasileiro de verdade. E, ao contrário do modelo mais comum, não há rotação: carta que entra na coleção continua valendo. Usamos Magic apenas como ponto de comparação. Não há qualquer vínculo, patrocínio ou endosso de Wizards/Hasbro.

O que são as cinco Orientações?

São cinco modos distintos de entender como o poder deve funcionar: Ordem, Direitos, Povo, Gestão e Autonomia. Cada uma tem uma força que só ela faz e uma sombra que só ela paga, com o mesmo peso. Não há uma orientação certa e outra errada: é uma cláusula de design que mantém o jogo neutro.

O que é o starter, o primeiro produto?

É a caixa de entrada do jogo: dois baralhos iniciantes que se opõem, GESTÃO × POVO, o governo que faz contra o povo que pressiona. É autossuficiente e pensado para quem está chegando, e é a porta para tudo o que vem depois.

GESTÃO × POVO não é esquerda contra direita?

Não. O eixo é techne × demos: a lógica de quem implementa contra a de quem legitima e cobra. É uma tensão estrutural de qualquer democracia, não um proxy partidário. E nenhum dos dois lados é o “certo” ou o “seguro”.

Como funciona o jogo em si?

As regras da mesa são as regras do sistema: a hierarquia das normas é a prioridade das cartas, uma política sem orçamento não sai do papel, e agir fora da própria competência gera um ato nulo que custa caro. E a fidelidade, longe de ser um peso, é justamente de onde vêm as decisões interessantes.

A arte das cartas é feita com inteligência artificial?

Sim. As ilustrações são geradas com inteligência artificial e depois selecionadas, corrigidas e aprovadas uma a uma, carta por carta. É uma escolha de viabilidade: a coleção de estreia tem oitenta cenas, e encomendar tudo a ilustradores inviabilizaria o projeto nesta fase. Preferimos dizer isso de frente a deixar você descobrir depois. O que não muda: nenhuma imagem retrata pessoa real, as figuras são sem rosto de propósito, e o conteúdo jurídico de cada carta é conferido antes de entrar.

O que é o QR de cada carta / o “verbete”?

Toda carta abre uma porta. Cada carta traz um QR que leva ao verbete: a explicação séria, em linguagem clara, da norma, do órgão ou do princípio real que ela representa. Aponte a câmera ou clique na carta. É uma camada de aprofundamento opcional, e os verbetes vão ao ar aos poucos.

Quando lança? Já dá para apoiar?

O primeiro produto está em produção, rumo a playtest. Nada foi impresso ainda. A campanha de financiamento coletivo, que é onde o jogo se viabiliza, ainda não abriu. Siga a página no Catarse ou deixe seu e-mail aqui, e avisamos assim que ela abrir.

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